Page de couverture de 🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras: da ISO 31000 à transformação digital

Auteur(s): Plataforma t-Risk - Softwares para Gestão de Riscos | ISO 31000
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🎙️ Gestão de Riscos Sem Fronteiras – da ISO 31000 à Transformação Digital é o podcast da Plataforma t-Risk que conecta normas globais, práticas de governança e inovação em segurança e resiliência. Em cada capítulo, exploramos ISO 31000, ISO 31050, ISO 31010, COSO ERM, o modelo das Três Linhas e muito mais, trazendo análises técnicas, debates em painel e exemplos práticos sobre riscos emergentes, transformação digital e criação de valor. Um espaço estratégico para líderes, gestores, acadêmicos e profissionais que enxergam o risco como diferencial competitivo e motor de sustentabilidade.Plataforma t-Risk - Softwares para Gestão de Riscos | ISO 31000 Développement commercial et entrepreneuriat Entrepreneurship Gestion et leadership Économie
Épisodes
  • 🎙️ Capítulo 17 – Cisnes Vermelhos: Reinventando a Governança de Riscos na Era das Rupturas Sistêmicas
    Jan 25 2026

    Neste episódio, damos um passo além da lógica clássica de “prever para controlar” e entramos no território dos Cisnes Vermelhos – dinâmicas que não apenas escapam às probabilidades, mas que questionam o próprio modelo mental com que organizações, governos e executivos enxergam riscos, oportunidades e futuro.

    Em um mundo hiperconectado, tecnologia, clima, economia, geopolítica e comportamento social deixam de ser caixas separadas e formam um único tabuleiro de interdependências. Em vez de riscos isolados, lidamos com rupturas sistêmicas que reconfiguram mercados, cadeias de valor, instituições e a própria produção de conhecimento.

    A partir do e-book sobre Cisnes Vermelhos e da perspectiva da t-Risk, exploramos como três grandes forças globais – inteligência artificial, crise climática e fragmentação geopolítica – atuam como motores de transformação profunda e pressionam a governança de riscos corporativa. IA torna-se infraestrutura cognitiva; o clima deixa de ser “variável externa” para se tornar condicionante estratégico; a geopolítica passa a interferir diretamente em energia, dados, alimentos e minerais críticos.

    Trazemos esse debate para o contexto brasileiro: o Brasil como superpotência verde, detentor de ativos ambientais, energéticos e agrícolas estratégicos, inserido em disputas globais por recursos, transição energética e cadeias produtivas. Um laboratório de contradições, no qual risco sistêmico e oportunidade convivem: Amazônia, agro-digital, bioeconomia, minerais críticos e desigualdades estruturais.

    Conectamos esse cenário à nova arte da estratégia em gestão de riscos, ancorada em três pilares centrais:

    · Lógica paraconsistente na decisão: Em vez de negar contradições, aprendemos a operá-las: eficiência e vulnerabilidade, legado e disrupção, risco e oportunidade podem coexistir no mesmo fenômeno.

    · Protocolo AVOIDING e navegação em incerteza radical: Uma abordagem orientada à antecipação, opções reais, experimentação controlada, redundâncias inteligentes e vigilância de sinais fracos. Menos obsessão por “acertar o cenário”, mais desenho de portfólios adaptativos de resposta.

    · Organizações meta-adaptativas: Estruturas que revisam continuamente a forma como conhecem o mundo: métricas, apetite a risco, materialidade, incentivos, fluxos de informação e o papel do board diante de rupturas, não apenas de variações incrementais.

    Fazemos conexões pontuais com o Capítulo 16, que apresentou o Relatório de Riscos 2026 e Além da t-Risk, mostrando como o conceito de Cisnes Vermelhos aprofunda a visão de portfólios de risco interdependentes. A mensagem é direta: não basta atualizar o mapa de riscos; é preciso atualizar a ontologia de risco da organização.

    Dialogamos ainda com frameworks como ISO 31000, ISO 31050 e estruturas de governança e risco da OCDE, indicando onde seguem válidos, onde precisam ser reinterpretados e onde encontram limites diante das rupturas sistêmicas em curso.

    Este capítulo é especialmente relevante para:

    · conselhos de administração e comitês de riscos e auditoria;

    · executivos de estratégia, inovação, sustentabilidade e transformação digital;

    · líderes de segurança corporativa, segurança da informação e continuidade de negócios;

    · gestores públicos e formuladores de políticas em contextos complexos.

    Ao final, o convite é claro: ampliar o horizonte com que sua organização enxerga riscos hoje. Menos retrovisor, mais capacidade de navegar um futuro em que Cisnes Vermelhos deixam de ser exceção e passam a compor o novo contexto estrutural da tomada de decisão.

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    16 min
  • 🎙️ Capítulo 17 – Cisnes Vermelhos: Reinventando a Governança de Riscos na Era das Rupturas Sistêmicas
    Jan 25 2026

    Neste episódio, damos um passo além da lógica clássica de “prever para controlar” e entramos no território dos Cisnes Vermelhos – dinâmicas que não apenas escapam às probabilidades, mas que questionam o próprio modelo mental com que organizações, governos e executivos enxergam riscos, oportunidades e futuro.

    Em um mundo hiperconectado, tecnologia, clima, economia, geopolítica e comportamento social deixam de ser caixas separadas e formam um único tabuleiro de interdependências. Em vez de riscos isolados, lidamos com rupturas sistêmicas que reconfiguram mercados, cadeias de valor, instituições e a própria produção de conhecimento.

    A partir do e-book sobre Cisnes Vermelhos e da perspectiva da t-Risk, exploramos como três grandes forças globais – inteligência artificial, crise climática e fragmentação geopolítica – atuam como motores de transformação profunda e pressionam a governança de riscos corporativa. IA torna-se infraestrutura cognitiva; o clima deixa de ser “variável externa” para se tornar condicionante estratégico; a geopolítica passa a interferir diretamente em energia, dados, alimentos e minerais críticos.

    Trazemos esse debate para o contexto brasileiro: o Brasil como superpotência verde, detentor de ativos ambientais, energéticos e agrícolas estratégicos, inserido em disputas globais por recursos, transição energética e cadeias produtivas. Um laboratório de contradições, no qual risco sistêmico e oportunidade convivem: Amazônia, agro-digital, bioeconomia, minerais críticos e desigualdades estruturais.

    Conectamos esse cenário à nova arte da estratégia em gestão de riscos, ancorada em três pilares centrais:

    · Lógica paraconsistente na decisão: Em vez de negar contradições, aprendemos a operá-las: eficiência e vulnerabilidade, legado e disrupção, risco e oportunidade podem coexistir no mesmo fenômeno.

    · Protocolo AVOIDING e navegação em incerteza radical: Uma abordagem orientada à antecipação, opções reais, experimentação controlada, redundâncias inteligentes e vigilância de sinais fracos. Menos obsessão por “acertar o cenário”, mais desenho de portfólios adaptativos de resposta.

    · Organizações meta-adaptativas: Estruturas que revisam continuamente a forma como conhecem o mundo: métricas, apetite a risco, materialidade, incentivos, fluxos de informação e o papel do board diante de rupturas, não apenas de variações incrementais.

    Fazemos conexões pontuais com o Capítulo 16, que apresentou o Relatório de Riscos 2026 e Além da t-Risk, mostrando como o conceito de Cisnes Vermelhos aprofunda a visão de portfólios de risco interdependentes. A mensagem é direta: não basta atualizar o mapa de riscos; é preciso atualizar a ontologia de risco da organização.

    Dialogamos ainda com frameworks como ISO 31000, ISO 31050 e estruturas de governança e risco da OCDE, indicando onde seguem válidos, onde precisam ser reinterpretados e onde encontram limites diante das rupturas sistêmicas em curso.

    Este capítulo é especialmente relevante para:

    · conselhos de administração e comitês de riscos e auditoria;

    · executivos de estratégia, inovação, sustentabilidade e transformação digital;

    · líderes de segurança corporativa, segurança da informação e continuidade de negócios;

    · gestores públicos e formuladores de políticas em contextos complexos.

    Ao final, o convite é claro: ampliar o horizonte com que sua organização enxerga riscos hoje. Menos retrovisor, mais capacidade de navegar um futuro em que Cisnes Vermelhos deixam de ser exceção e passam a compor o novo contexto estrutural da tomada de decisão.

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    6 min
  • 🎙️ Capítulo 16 – Riscos Convergentes em 2026: Cenários para o Brasil e a América Latina
    Jan 5 2026

    Neste primeiro episódio de 2026, abrimos a nova fase do “Gestão de Riscos Sem Fronteiras” com uma pergunta incômoda e inevitável: estamos realmente preparados para lidar com riscos que não aparecem mais isolados, mas conectados em rede, atravessando fronteiras físicas, digitais, climáticas e institucionais? A partir do estudo “Cenários de Riscos 2026 e Além”, este capítulo mergulha nos riscos convergentes que vão moldar decisões críticas no Brasil e na América Latina nos próximos anos.

    Ao invés de tratar geopolítica, crime organizado, tecnologia, clima e governança como silos, o episódio mostra como esses vetores interagem e se amplificam mutuamente. Discutimos como tensões comerciais, disputas entre potências, regulação de dados e dependências tecnológicas criam um ambiente em que cadeias de suprimento, infraestrutura e instituições públicas são testadas em velocidade e intensidade inéditas na região.

    Um dos eixos centrais da conversa é o papel do crime organizado e das economias ilícitas como componentes estruturais do ambiente de negócios. Redes criminosas deixam de ser apenas um problema de segurança pública e passam a operar como plataformas paralelas de logística, finanças e influência política, infiltrando-se em contratos, concessões, cadeias de valor e sistemas de integridade. Exploramos como isso se traduz em risco estratégico para conselhos, investidores e gestores de risco.

    A dimensão tecnológica aparece como outro elemento-chave. Dados e inteligência artificial ampliam tanto o campo de ataque quanto a capacidade de defesa. Falamos sobre deepfakes, fraudes sofisticadas, desinformação e ataques a estruturas críticas, mas também sobre o potencial da IA para apoiar a detecção de padrões anômalos, antecipar rupturas em cadeias críticas e fortalecer a tomada de decisão baseada em evidências. O episódio aborda os desafios de governança de IA, alinhamento regulatório e accountability de modelos em ecossistemas de alto risco.

    Nas infraestruturas críticas – energia, logística, telecomunicações, sistemas de pagamento, saúde, serviços públicos – é onde os riscos convergentes se tornam mais visíveis. Eventos climáticos extremos, falhas em tecnologia operacional, ataques cibernéticos e conivência local com redes ilícitas podem gerar efeitos em cascata, com impacto direto sobre a continuidade de negócios e a estabilidade social. O episódio discute por que a lógica de “proteger ativos isolados” já não é suficiente e precisa ser substituída por uma visão de resiliência sistêmica.

    Ao longo do capítulo, apresentamos os quatro cenários estruturados para 2026, explorando combinações possíveis entre cooperação regional, fragmentação política, boa ou má governança digital e força institucional. Em vez de previsões fechadas, tratamos cenários como instrumentos de trabalho para conselhos, comitês de risco e lideranças que desejam testar estratégias, revisar apetite a risco e repensar portfólios de investimento em capacidades críticas.

    O episódio dialoga com princípios de frameworks como a ISO 31000 e a ISO 31050 ao reforçar a importância de uma visão integrada de riscos, da leitura de sinais antecipatórios e da inteligência de risco como função estratégica – e não apenas como obrigação de compliance. A abordagem é executiva, técnica e pragmática, focada em quem ocupa posições de decisão.

    Se você atua em organizações expostas à volatilidade política, à pressão regulatória, à transformação digital acelerada e à crescente relevância da América Latina em temas como energia limpa, agro, logística e dados, este episódio oferece um mapa robusto para repensar prioridades. Mais do que prever o futuro, o objetivo é ajudar você a tomar decisões hoje, com maior lucidez sobre os riscos convergentes que já estão em curso – e sobre as oportunidades estratégicas que podem emergir justamente nesse ambiente de incerteza.

    O estudo “Cenários de Risco 2026 e Além” está disponível para download na Plataforma t-Risk, em https://totalrisk.com.br/pt_BR/downloads.

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    17 min
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