Épisodes

  • BNDES injeta R$ 356 milhões na Rumo e valida a ferrovia como espinha dorsal da descarbonização do agronegócio
    Jan 22 2026

    🌱 BNDES injeta R$ 356 milhões na Rumo e reforça a ferrovia como peça-chave da descarbonização do agro

    O BNDES aprovou um aporte de R$ 356 milhões na Rumo, em uma operação que a matéria trata como mais do que financiamento: é um recado de política pública. O banco está sinalizando que a descarbonização do agronegócio brasileiro passa, inevitavelmente, pela logística e que a ferrovia deve ocupar o papel de “espinha dorsal” desse processo.

    A matéria destaca que, em um país onde grande parte da produção agrícola precisa cruzar longas distâncias até portos e centros de consumo, o transporte rodoviário pesa não só no custo final, mas também na pegada de carbono. Ao fortalecer a infraestrutura ferroviária, a tese é reduzir emissões por tonelada transportada, melhorar eficiência energética e aumentar previsibilidade no escoamento.

    📌 Pontos-chave da matéria:

    • Infraestrutura como política climática: o investimento conecta competitividade logística com metas de baixo carbono.

    • Ferrovia como modal mais eficiente: menor emissão por tonelada/quilômetro em rotas longas, com potencial de reduzir o “custo carbono” do agro.

    • Competitividade internacional: exportações tendem a ser pressionadas por critérios ambientais; logística mais limpa vira vantagem.

    • Efeito indutor: a presença do BNDES pode destravar novos investimentos e acelerar projetos que exigem capital de longo prazo.

    • Descarbonização além da fazenda: o foco não está só na produção, mas no caminho da cadeia até o porto.

    📌 Em resumo: o aporte na Rumo reforça a leitura de que o Brasil só vai avançar em uma agenda climática consistente no agro se atacar o ponto estrutural: transporte e infraestrutura.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2285/bndes-injeta-rs-356-milhoes-na-rumo-e-valida-a-ferrovia-como-espinha-dorsal-da-descarbonizacao-do-ag.html

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    14 min
  • A Zona do Euro inicia a corrida pela vice-presidência do BCE e desenha o mapa de poder para a era pós-Lagarde
    Jan 21 2026

    A Nova Batalha pelo Controle da Política Monetária na Europa

    Neste episódio, vamos além das manchetes para entender como a zona do euro começou uma corrida decisiva pela vice-presidência do Banco Central Europeu, um cargo que pode moldar o futuro da economia europeia e dos mercados globais. 🏦

    Com a saída de Luis de Guindos em 2026, seis candidatos de diferentes países de Portugal à Croácia, dos Bálticos à Finlândia disputam a segunda posição mais poderosa do BCE, num momento em que a instituição enfrenta desafios como inflação, geopolítica e estabilidade financeira.

    Vamos analisar:

    • 🔍 Quem são os principais candidatos e o que eles representam para o bloco econômico europeu;

    • 🌍 Por que este cargo importa — não só para o euro, mas para o mercado financeiro global;

    • 💡 Como as negociações internas refletem um mapa de poder político e econômico entre os países da zona do euro;

    Prepare-se para uma narrativa clara e estratégica sobre economia global, política monetária e as artimanhas diplomáticas por trás de uma das decisões mais importantes da Europa em 2026.

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    15 min
  • GUERRA FRIA DO GELO: POR QUE TRUMP QUER A GROENLÂNDIA?
    Jan 20 2026

    GUERRA FRIA DO GELO: POR QUE TRUMP QUER A GROENLÂNDIA?

    A Groenlândia voltou ao centro do tabuleiro geopolítico global.
    Nesta live, analisamos por que Donald Trump reacendeu o interesse dos Estados Unidos pela maior ilha do mundo e o que está realmente em jogo por trás do discurso político.

    Estamos falando apenas de território?
    Ou de algo muito maior: segurança militar, recursos naturais, rotas estratégicas no Ártico, transição energética e o novo equilíbrio de poder entre EUA, Europa, Rússia e China?

    Nesta conversa, você vai entender:

    • Por que a Groenlândia é considerada estratégica para o futuro do mundo

    • O papel do Ártico na nova geopolítica global

    • Como essa disputa afeta a Europa, a OTAN e os mercados internacionais

    • O que muda com Trump no centro desse debate

    • E por que alguns analistas já falam em uma nova Guerra Fria agora sobre o gelo

    Uma análise clara, direta e contextualizada sobre um tema que mistura política, economia, energia e poder global.

    📌 Participe ao vivo, deixe seu comentário e compartilhe sua visão.
    O mundo está mudando e o Ártico pode ser uma das chaves desse novo cenário.

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    20 min
  • A rota dos US$ 270 bilhões: Mercado de carbono projeta valorização exponencial até 2050
    Jan 20 2026

    A rota dos US$ 270 bilhões e por que o mercado de carbono mira valorização exponencial até 2050

    A matéria mostra que o mercado de carbono está entrando em uma nova fase de maturação e escala, com projeções que colocam o setor na rota de US$ 270 bilhões e com expectativa de valorização exponencial até 2050. O ponto central é que o carbono deixa de ser “tema ambiental” e passa a ser infraestrutura econômica, com preço, liquidez, governança e integração crescente ao comércio global.

    O motor dessa expansão é uma convergência: mais regulação, mais pressão sobre cadeias produtivas, mais compromissos corporativos e um aumento do rigor sobre qualidade e rastreabilidade dos créditos. Em paralelo, mecanismos como taxonomia, metas de net zero e ajustes de fronteira ampliam a demanda por instrumentos de descarbonização verificáveis, acelerando a consolidação do setor.

    📌 Pontos-chave da matéria:

    • Escala financeira: o mercado caminha para centenas de bilhões e se posiciona como peça central da transição — com potencial de se tornar trilionário no horizonte de longo prazo.

    • Regulação como gatilho: regras mais claras e mecanismos de compliance aumentam previsibilidade e atraem capital institucional.

    • Qualidade vira diferencial: cresce a exigência por créditos com integridade, monitoramento e adicionalidade o que tende a separar “crédito bom” de crédito frágil.

    • Carbono como preço de risco: empresas passam a internalizar o custo das emissões e a tratar carbono como variável financeira (custo, hedge, competitividade).

    • Novo mapa de oportunidades: projetos de natureza, tecnologia, remoção e eficiência podem ganhar protagonismo mas só com credibilidade e governança.

    📌 Em resumo: a valorização projetada até 2050 não é “hype”; é um reflexo de uma mudança estrutural: emissões passam a ter preço, e quem se antecipa com ativos de qualidade e estratégia clara tende a capturar a melhor parte desse ciclo.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2216/a-rota-dos-uss-270-bilhoes-mercado-de-carbono-projeta-valorizacao-exponencial-ate-2050.html

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    17 min
  • A expansão do CBAM e o ultimato global para a precificação do carbono
    Jan 19 2026

    A expansão do CBAM e o ultimato global para a precificação do carbono

    A ampliação do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) da União Europeia não é apenas mais uma medida ambiental: ela representa um ultimato global para empresas, países e cadeias produtivas se adaptarem à precificação do carbono como regra de mercado. Em essência, o CBAM cobra um “imposto climático” sobre produtos importados de países com regulamentação menos rígida de emissões pressionando fornecedores a internalizarem o custo do carbono ou perderem competitividade.

    🔎 Principais pontos da matéria:
    • CBAM como instrumento de governança climática global vai além do mercado europeu e tende a influenciar padrões de comércio internacional.
    • Pressão sobre exportadores globais países e empresas que não precificarem suas emissões podem enfrentar tarifas ou barreiras comerciais.
    • Reconfiguração de cadeias de valor setores intensivos em carbono (como aço, cimento e químicos) passam a repensar processos e fornecedores para evitar custos adicionais.
    • Acelerador de transição energética a medida atua como incentivo indireto para adoção de combustíveis limpos, eficiência energética e inovação em baixo carbono.
    • Competitividade e risco regulatório empresas que anteciparem a inclusão do carbono no preço ganharão vantagem frente a aquelas que serão “pegas de surpresa” pelo mecanismo.

    📌 Em resumo: o CBAM está se consolidando como um pivô na governança ambiental e comercial internacional e sinaliza que a precificação de carbono deve deixar de ser uma opção voluntária para se tornar parte integrante da lógica econômica global.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2208/a-expansao-do-cbam-e-o-ultimato-global-para-a-precificacao-do-carbono.html

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    14 min
  • O paradoxo vermelho: A ameaça tarifária e a euforia de risco que impulsionam o cobre rumo à máxima histórica
    Jan 16 2026

    Nesse episódio: a gente mergulha numa polêmica que revela o lado menos discutido da automação no varejo digital: uma ferramenta de IA da Amazon que pode realocar e vender estoques sem consentimento explícito de quem vende na plataforma e o que isso expõe sobre a chamada crise de agência no e-commerce.

    Na prática, o caso coloca uma pergunta desconfortável no centro do jogo: quem está no controle quando algoritmos tomam decisões comerciais? O seller, a plataforma ou a IA que otimiza giro, prazo e margem com base em regras que nem sempre são transparentes?

    Vamos destrinchar:

    • Como funciona esse tipo de automação e por que plataformas querem “tomar decisões” para aumentar eficiência e velocidade.

    • O conflito de incentivos: o que é bom para a plataforma (giro e performance) pode não ser o melhor para o vendedor (preço, margem, posicionamento e estratégia).

    • A crise de agência no varejo digital: quando o agente (plataforma/algoritmo) passa a agir com autonomia e o principal (vendedor) perde poder de decisão.

    • O risco reputacional e regulatório: consentimento, transparência, governança algorítmica e até a linha tênue entre “otimização” e “apropriação de controle”.

    • O futuro do marketplace: o e-commerce deixa de ser só vitrine e passa a ser infraestrutura — onde regras, dados e IA definem quem ganha e quem fica vulnerável.

    📌 Por que este episódio importa: porque a automação que promete eficiência também pode criar dependência estrutural e mudar silenciosamente o equilíbrio de poder entre plataformas e vendedores.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2133/a-ferramenta-de-ia-da-amazon-que-vende-estoques-sem-consentimento-e-a-crise-de-agencia-no-varejo-dig.html

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    16 min
  • A ferramenta de IA da Amazon que vende estoques sem consentimento e a crise de agência no varejo digital
    Jan 15 2026

    Nesse episódio: a gente mergulha numa polêmica que revela o lado menos discutido da automação no varejo digital: uma ferramenta de IA da Amazon que pode realocar e vender estoques sem consentimento explícito de quem vende na plataforma e o que isso expõe sobre a chamada crise de agência no e-commerce.

    Na prática, o caso coloca uma pergunta desconfortável no centro do jogo: quem está no controle quando algoritmos tomam decisões comerciais? O seller, a plataforma ou a IA que otimiza giro, prazo e margem com base em regras que nem sempre são transparentes?

    Vamos destrinchar:

    • Como funciona esse tipo de automação e por que plataformas querem “tomar decisões” para aumentar eficiência e velocidade.

    • O conflito de incentivos: o que é bom para a plataforma (giro e performance) pode não ser o melhor para o vendedor (preço, margem, posicionamento e estratégia).

    • A crise de agência no varejo digital: quando o agente (plataforma/algoritmo) passa a agir com autonomia e o principal (vendedor) perde poder de decisão.

    • O risco reputacional e regulatório: consentimento, transparência, governança algorítmica e até a linha tênue entre “otimização” e “apropriação de controle”.

    • O futuro do marketplace: o e-commerce deixa de ser só vitrine e passa a ser infraestrutura onde regras, dados e IA definem quem ganha e quem fica vulnerável.

    📌 Por que este episódio importa: porque a automação que promete eficiência também pode criar dependência estrutural e mudar silenciosamente o equilíbrio de poder entre plataformas e vendedores.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2133/a-ferramenta-de-ia-da-amazon-que-vende-estoques-sem-consentimento-e-a-crise-de-agencia-no-varejo-dig.html

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    15 min
  • O pedido de IPO do PicPay nos EUA e o selo de governança de Marcelo Claure na reabertura da janela tech
    Jan 13 2026

    PicPay pede IPO nos EUA e a reabertura da janela testa o apetite global por fintechs brasileiras

    O PicPay entrou oficialmente na rota do mercado internacional ao protocolar o pedido de IPO nos Estados Unidos, em um movimento que sinaliza ambição de escala, reposicionamento institucional e aposta na reabertura da janela de listagens para empresas de tecnologia e serviços financeiros.

    A matéria destaca que o pedido ocorre em um momento estratégico: depois de um longo período de retração de IPOs, o mercado começa a dar sinais de retomada mas com um filtro mais rígido. O investidor global agora exige governança, previsibilidade e disciplina financeira, e não apenas crescimento acelerado.

    Um dos pontos centrais do episódio é o papel de Marcelo Claure como figura-chave para essa narrativa. O “selo de governança” associado ao executivo entra como um ativo de credibilidade, ajudando a construir confiança em uma fase em que o mercado premia estruturas mais institucionalizadas e penaliza empresas com risco de governança ou assimetria de informação.

    📌 Principais pontos que a matéria evidencia:

    • O IPO nos EUA busca acesso a capital mais profundo e valuation potencialmente mais favorável, além de visibilidade global.

    • A retomada da janela de IPOs é real, mas é seletiva: empresas precisam mostrar resultado, eficiência e governança sólida.

    • A presença de Marcelo Claure funciona como reforço institucional e sinaliza maturidade na condução estratégica.

    • O movimento também reposiciona o PicPay no tabuleiro das fintechs: menos “crescer a qualquer custo”, mais foco em estrutura, confiança e sustentabilidade.

    • A decisão pode ser um termômetro para outras empresas brasileiras: se o PicPay conseguir tração, ele abre caminho para uma nova onda; se enfrentar resistência, o mercado pode frear novamente.

    📌 Em resumo: o pedido de IPO do PicPay é um teste de mercado para a própria empresa e para o ecossistema brasileiro. Ele mostra que a janela está se abrindo, mas agora o capital exige algo essencial: governança como premissa, não como promessa.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2125/o-pedido-de-ipo-do-picpay-nos-eua-e-o-selo-de-governanca-de-marcelo-claure-na-reabertura-da-janela-t.html

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    13 min