Lula e o gospel: respeito ou estratégia política?
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Échec du suivi du balado
Ne plus suivre le balado a échoué
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À propos de cet audio
Nem todo aplauso ao Evangelho vem de arrependimento. Às vezes, vem de conveniência.
Neste vídeo, eu comento um gesto político que muitos celebraram como algo bonito e histórico, mas que exige discernimento espiritual. A fé cristã nunca precisou de decreto, aprovação institucional ou reconhecimento do Estado para existir. O Evangelho não nasce do poder, ele confronta o poder. Jesus deixou claro que o Seu Reino não é deste mundo, e isso muda completamente a forma como interpretamos certos acenos públicos à fé.
Quando símbolos cristãos são exaltados enquanto valores centrais do Evangelho seguem sendo relativizados, existe uma contradição que não pode ser ignorada. Louvor sem arrependimento vira performance. Fé sem obediência vira estética religiosa. O problema não é cantar louvor em lugares de poder, é governar em oposição aos princípios que esse louvor declara.
Minha oração é para que a Igreja no Brasil tenha maturidade e discernimento. Que não confundamos espaço com alinhamento espiritual, nem microfone com aprovação divina. O Reino de Deus não precisa ser patrimônio cultural; ele precisa ser vivido como verdade absoluta, custe o que custar.
Assista até o final e reflita com sinceridade sobre isso. Que Deus te abençoe.