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Interessa

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Auteur(s): Jornal O TEMPO
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O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.© 2026 Jornal O TEMPO Hygiène et mode de vie sain
Épisodes
  • Escolher se relacionar com alguém que está solteiro há muito tempo é selo de segurança emocional?
    Jan 6 2026

    Existe uma crença quase automática, pouco questionada, de que se relacionar com alguém solteiro há muito tempo seria uma escolha emocionalmente mais segura. Como se a ausência de ex recente significasse menos conflitos, menos bagagem e menos risco de dor. “Deus me livre de quem tem ex”, “ah, fulano está há anos solteiro, essa pessoa já resolveu tudo” - frases comuns, mas que simplificam demais a complexidade dos vínculos humanos. A vida real não funciona assim. Tempo sozinho não mede prontidão afetiva, assim como um término recente não define indisponibilidade emocional. Tem gente que faz o luto de um relacionamento ainda dentro dele e sai mais aberta para amar do que quem passou anos evitando vínculos profundos.

    Da mesma forma, há quem esteja solteiro há muito tempo não por escolha consciente, mas por medo de se envolver, dificuldade de intimidade ou repetição de padrões. A busca por “garantias” no amor diz muito mais sobre o nosso medo de sofrer do que sobre o outro. Uma pesquisa recente do Tinder, por exemplo, revelou um desencontro curioso: muitas mulheres acreditam que os homens só querem algo casual, enquanto a maioria deles afirma estar aberta a um relacionamento sério.

    E aí? Para você, dá para estar “livre” e, ainda assim, emocionalmente indisponível? É possível sair de um término recente mais consciente, inteiro e pronto para amar?

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    58 min
  • Verão: tempo de curtir, de pegação - inclusive, de vírus! Conheça a “Doença do beijo”
    Jan 5 2026

    O verão mal começou e já mostrou a que veio: calor intenso, férias, festas, encontros, muita proximidade… e, claro, beijos. Nesse clima mais “caloroso”, algumas infecções também encontram o cenário perfeito para circular: é o caso da mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo.

    Transmitida principalmente pela saliva, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode passar despercebida em ambientes de contato próximo: baladas, copos compartilhados, beijos, academias e até o uso comum de objetos contaminados por secreções. O detalhe que complica tudo é o tempo de incubação: os sintomas podem levar de 4 a 8 semanas para aparecer. Quando surgem febre alta, dor intensa de garganta e cansaço extremo, a pessoa geralmente não faz ideia de quando ou mesmo como se infectou. Durante esse período silencioso, o vírus já pode ser transmitido.

    Apesar de geralmente evoluir bem, quando não reconhecida ou tratada adequadamente, a mononucleose pode, sim, evoluir para quadros mais graves, como ruptura do baço, meningite, encefalite e até síndrome de Guillain-Barré.

    A mononucleose é altamente contagiosa e exige atenção, diagnóstico correto e descanso. Por isso é o tema do Interessa desta segundona, dia 05 - a primeira do nosso ano de 2026!

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    33 min
  • Bafinho matinal não é desculpa: por que o sexo é melhor pela manhã (e para quem!)
    Jan 2 2026

    Fala sério: com o batidão do dia a dia, quem, tendo a chance de dormir “só mais cinco minutinhos”, troca isso por… sexo? Pois é. Se não troca, talvez devesse. O sexo matinal ainda carrega uma lista injusta de desculpas - bafinho, claridade, vergonha do corpo, pressa. Mas vamos combinar? Existem posições que dispensam o cara a cara, balinhas estrategicamente posicionadas ao lado da cama e até as famosas rapidinhas, que têm, sim, seu lugar e sua graça. Qualidade não é sinônimo de longa duração.

    Culturalmente, a gente associa sexo ao fim do dia, como um ritual antes de dormir. Só que, fisiologicamente falando, a manhã pode ser um horário bem interessante. Homens costumam ter um pico de testosterona entre 6h e 9h, o que favorece energia e ereção. Mulheres também produzem testosterona, hormônio do desejo, em menor quantidade, é verdade, mas isso não impede prazer nem resposta sexual. Estar descansada, com menos ruído mental e menos cansaço acumulado, conta muito mais do que o relógio biológico isolado.

    E os efeitos vão além da cama. Transar de manhã melhora o humor, aumenta a autoconfiança (quem nunca chegou ao trabalho rindo à toa?), ajuda a relaxar, dá sensação de bem-estar ao longo do dia e ainda entra na conta como atividade física - não substitui a academia, mas ajuda. Se tudo isso já não bastasse, o sexo matinal também conversa com a saúde do corpo: circulação, pressão arterial, imunidade, redução de ansiedade… Diante disso tudo, fica a provocação: será que o sexo pela manhã não pode ser visto como parte de uma rotina de autocuidado?

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    57 min
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